segunda-feira, 31 de março de 2008

Seiscentos e sessenta e seis ...

“Seiscentos e sessenta e seis
A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas: há tempo...
Quando se vê, já é sexta – feira...
Quando se vê passaram sessenta anos...
Agora, é tarde demais para ser reprovado...
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
Eu nem olhava o relógio
SEGUIA SEMPRE, SEMPRE EM FRENTE...
E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas”.
(Mario Quintana (1906-1994) poeta brasileiro)
Beijinhos
Nanda